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	<title>Contech</title>
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	<description>Controle Tecnológico</description>
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		<title>Construção civil corta 109 mil empregados em um ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Valtuille]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Nov 2018 16:10:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A construção civil cortou 109 mil postos de trabalho no período de um ano, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O total de ocupados na atividade encolheu 1,6% no trimestre encerrado em julho de 2018 ante o mesmo período de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A construção civil cortou 109 mil postos de trabalho no período de um ano, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O total de ocupados na atividade encolheu 1,6% no trimestre encerrado em julho de 2018 ante o mesmo período de 2017. A série histórica começou a ser feita em 2012.</p>
<p>Também houve corte de vagas na indústria – 43 mil trabalhadores a menos – e no setor de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, com menos 49 mil empregados.</p>
<p>Na direção oposta, a atividade de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas – que inclui alguns serviços prestados à indústria – registrou um crescimento de 207 mil vagas em um ano, 2,1% de ocupados a mais.</p>
<p>Fonte: Veja</p>The post <a href="https://contech.eng.br/construcao-civil-corta-109-mil-empregados-em-um-ano/">Construção civil corta 109 mil empregados em um ano</a> first appeared on <a href="https://contech.eng.br">Contech</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Os benefícios de um imóvel sob medida para sua empresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Valtuille]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Nov 2018 16:09:54 +0000</pubDate>
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			<p>Muitas empresas desconsideram a possibilidade de alugar um imóvel por imaginar que ele não vai atender às especificidades de seu negócio. Essa é uma mentalidade que vem mudando graças ao crescimento do modelo built to suit, em que empreendimentos são desenvolvidos e construídos sob medida para atender a necessidades operacionais de clientes por meio de contratos de locação de longo prazo.</p>
<p>Na prática, uma empresa especialista no mercado imobiliário emprega conhecimento e capital próprios para a seleção, aquisição, desenvolvimento e construção do imóvel de acordo com a demanda e as especificações do cliente que posteriormente vai ocupá-lo. A Bresco, empresa que é referência no setor de terceirização imobiliária, vem implementando o formato com bastante sucesso no mercado brasileiro há mais de 12 anos, sendo responsável por mais de 2 milhões de metros quadrados de operações no modelo built to suit em todo o país, tanto de escritórios quanto de galpões.</p>
<p>De acordo com o diretor de desenvolvimento de negócios e de marketing da Bresco, Maurício Geoffroy, a consolidação do built to suit no Brasil – que já é altamente praticado nos Estados Unidos e na Europa – vem ocorrendo devido aos inúmeros benefícios para as empresas: “A locação faz muito mais sentido do ponto de vista operacional e financeiro do que ter a propriedade, pois permite que a empresa invista seu capital em sua atividade fim, sem precisar despender tempo, dinheiro e equipe em projetos imobiliários. Além disso, ao contratar um investidor especializado para o projeto, o risco imobiliário, desde as aprovações dos projetos, a gestão da construção até a entrega no prazo e qualidade esperada pelo cliente, fica com o investidor profissional”, explica.</p>

		</div>
	</div>
<div class="porto-testimonial wpb_content_element "><div class="testimonial"><blockquote><p>Todo o risco imobiliário fica com o investidor profissional especialista no ramo.</p></blockquote><div class="testimonial-arrow-down"></div><div class="testimonial-author clearfix"><p><strong>Maurício Geoffroy</strong><span>Diretor de desenvolvimento de negócios e de marketing - Bresco</span></p></div></div></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Geoffroy destaca que o built to suit elimina a necessidade da empresa de contratar e disponibilizar times específicos para o planejamento e execução do projeto. “O planejamento completo e execução são feitos pela Bresco: fazemos as diligências e a compra do imóvel, desenvolvemos os projetos, obtemos as licenças e alvarás, gerenciamos a construção até a entrega do imóvel. O cliente recebe o projeto turn-key, ou seja, ‘chave na mão’. Na prática o cliente participa de todas as etapas, mas precisa se preocupar apenas com a sua operação.”</p>
<p>Na vida prática<br />
Além dessas vantagens, há também o fato de o cliente ser beneficiado por um relacionamento de longo prazo em que a Bresco realiza investimentos futuros na modernização e expansão das suas estruturas. Um exemplo disso é a John Deere, líder mundial na fabricação de equipamentos agrícolas, que teve o seu Centro de Treinamento, de Inovação e de Distribuição, em Campinas (SP), desenvolvido e construído pela Bresco. Em 2008, a John Deere iniciou sua operação no local com a locação de um galpão de 35 000 metros quadrados. Mas, dado o crescimento de suas operações na América Latina e os novos negócios de treinamento e inovação, a locatária solicitou a expansão e a Bresco entregou mais 40 000 metros quadrados desenvolvidos e construídos sob medida para as necessidades da empresa, totalizando75 000 metros quadrados dentro do Parque Corporativo Bresco Viracopos.</p>
<p>Segundo o diretor de operações de peças da John Deere para a América do Sul, Ilson Eckert, a Bresco atendeu às expectativas da companhia desde a concepção do projeto até sua efetiva execução, tanto da expansão do galpão quanto da modernização da estrutura existente. “O resultado foi uma expansão completamente integrada e operacional, sem interrupções nos serviços aos nossos concessionários e clientes. Percebemos que a Bresco fez a leitura das nossas necessidades e as incorporou adequadamente na solução. Entender o cliente é a chave”, afirma.</p>
<p>Outra empresa que adotou o modelo foi a Azul Linhas Aéreas. Roberto Hobeika, diretor de serviço ao cliente e recursos humanos, conta que a empresa nunca tinha adotado o built to suit antes, mas que começou a levar o sistema em consideração quando fez as contas de quanto investiria no seu centro de treinamento, hoje também localizado no Parque Corporativo Bresco Viracopos. “Considerando que somos uma empresa que investe muito em tecnologia e no core de nosso negócio, preferimos não adaptar um prédio já existente e também manter capital para os investimentos no foco de nosso negócio. Assim, vimos que o BTS (abreviação para built to suit) era a melhor opção para a construção do centro de treinamentos”, acrescenta Hobeika. “Com isso, tivemos a vantagem de idealizar o imóvel de acordo com nosso interesse, e a Bresco desenvolveu as instalações segundo nossa demanda, que inclui, por exemplo, amplos espaços para montar os simuladores de voo pelos quais nossos pilotos passam.”</p>
<p>Também adepta do modelo built to suit, a Natura decidiu em 2012 reavaliar toda a sua malha de distribuição. Um dos requisitos era que o novo hub de distribuição ficasse próximo à unidade industrial, em Cajamar, no interior de São Paulo. Por isso, a decisão de um hub de distribuição, que hoje está instalado em Itupeva (SP), de produtos acabados com muita tecnologia embarcada. Por isso, foi feita uma concorrência pela Natura para escolher o melhor parceiro no desenvolvimento e construção do projeto. Dada a complexidade de se entregar um imóvel corporativo sob medida, era muito importante que a empresa escolhesse o investidor qualificado e com track-record de sucesso. “A proximidade das pessoas, o projeto técnico, as negociações e a satisfação que clientes da Bresco demonstravam foram fundamentais na hora da escolha”, diz Alejandro César Carfi, logistic manager da Natura.</p>
<p>Flexibilidade, relação consultiva, que impediu que a inexperiência gerasse problemas no empreendimento, e cumprimento de prazos foram alguns dos outros diferenciais apontados pelo executivo. “Imagine que, pelo alto grau de tecnologia que temos aqui, na época do desenvolvimento do imóvel, tínhamos muito equipamento importado. Recebemos nada menos do que 256 contêineres de materiais importados. Qualquer atraso poderia ser desastroso. E isso não aconteceu. Foi realmente uma relação ganha-ganha em todas as fases”, completa Carfi.</p>
<p>Built to suit passo a passo<br />
A construção de imóveis sob medida envolve etapas como:</p>
<p>1. Identificação das demandas do cliente<br />
• Definição da localização e conhecimento das necessidades</p>
<p>2. Desenvolvimento da solução<br />
• Busca pelas melhores opções de localização, levando em consideração, sobretudo, zoneamento e vocação, acesso, visibilidade, incentivos fiscais, aproveitamento do projeto<br />
• Desenvolvimento dos projetos e da melhor eficiência custo-benefício para o projeto</p>
<p>3. Fechamento da proposta e negociação<br />
• Proposta comercial competitiva, negociação, assinatura do contrato de locação built to suit e aquisição de terreno</p>
<p>4. Construção do imóvel<br />
• Obtenção de licenças e alvarás para início das obras<br />
• Processo de concorrência e contratação dos prestadores de serviço, construtora e gerenciadora do projeto e da obra</p>
<p>5. Entrega e início de uma parceria de longo prazo<br />
• Entrega do imóvel na qualidade esperada pelo cliente e em conformidade com os projetos executivos, cumprindo o prazo acordado<br />
• Acompanhamento da gestão do imóvel e parceria para possíveis expansões e modernizações</p>
<p>Fonte: Exame.com</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Para concluir obras paradas no país, governo teria de desembolsar R$76 bi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Valtuille]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Sep 2018 17:12:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal precisaria desembolsar, pelo menos, R$76 bilhões para concluir as milhares de obras paradas de Norte a Sul do Brasil. Mas, com a grave crise fiscal que derrubou os investimentos ao menor nível em mais de uma década, a preocupação é que parte desses empreendimentos seja de vez abandonada. O resultado faz parte [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal precisaria desembolsar, pelo menos, R$76 bilhões para concluir as milhares de obras paradas de Norte a Sul do Brasil. Mas, com a grave crise fiscal que derrubou os investimentos ao menor nível em mais de uma década, a preocupação é que parte desses empreendimentos seja de vez abandonada.</p>
<p>O resultado faz parte do estudo Impacto Econômico e Social das Obras Públicas no Brasil, feito pelo presidente da consultoria InterB, Cláudio Frischtak, a pedido da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic). O levantamento mapeia cerca de 7 mil obras paradas só na esfera federal. Além dos projetos tradicionais e bilionários, como as Ferrovias Norte-Sul e Oeste-Leste, o trabalho coloca luz sobre a paralisação de obras menores, como creches e escolas municipais.</p>
<p>Embora seja alarmante, o resultado do estudo pode ser considerado conservador, afirma Frischtak. Isso porque o conjunto de informações disponíveis sobre o assunto é escasso e incompleto nas esferas estaduais e municipais. Pelas estimativas do economista, se incluídas essas obras, o volume de projetos paralisados no País sobe para R$ 144 bilhões. “A situação é muito pior do que a gente consegue mensurar.”</p>
<p>A paralisação de obras, que já era grave nos tempos de bonança da economia, vem se transformando num problema crônico com a incapacidade de o Estado investir, alertam especialistas. Com dificuldade para fechar a conta no azul, a medida mais fácil tem sido cortar investimentos. E isso tem ocorrido num efeito dominó que atinge todas as esferas públicas: governo federal, Estados e municípios.</p>
<p>“Como não dá para mexer nos gastos obrigatórios, a alternativa tem sido limitar investimentos importantes para o País voltar a crescer”, afirma o diretor de macroeconomia do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), José Ronaldo Souza Junior. O resultado é a ausência de novos projetos e a paralisação daqueles já iniciados.</p>
<p>Além dos transtornos para a população, a interrupção de uma obra representa grande prejuízo para o poder público, com o inevitável aumento dos custos numa retomada, afirma o presidente da Comissão de Infraestrutura da Cbic, Carlos Eduardo Lima Jorge. Isso ocorre por causa da deterioração de serviços já feitos e de reajustes do contrato pelo tempo parado.</p>
<p>Para o executivo, existe ainda outro efeito perverso na paralisação de obras: muitas delas perderam sentido econômico e social e não se justificam mais. “Ou seja, o dinheiro investido no início do projeto vai para o lixo”, completa o presidente do Cbic, José Carlos Martins. Na avaliação dele, mesmo aquelas que têm racionalidade econômica correm o risco de não serem concluídas. Além da falta de dinheiro, diz o executivo, as obras paradas também sofrem com problemas de desapropriação, licenciamento ambiental e má qualidade dos projetos executivos.</p>
<p>Empurrão<br />
Na prática, a interrupção de obras tem impacto direto no Produto Interno Bruto (PIB), cujo desempenho está abaixo do esperado neste ano. Pelos cálculos de Frischtak, apenas a retomada dos projetos federais poderia dar um impulso de 1,8% no PIB, o que significaria R$ 115 bilhões a mais na economia nacional. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p>
<p>Fonte: Exame.com</p>The post <a href="https://contech.eng.br/para-concluir-obras-paradas-no-pais-governo-teria-de-desembolsar-r76-bi/">Para concluir obras paradas no país, governo teria de desembolsar R$76 bi</a> first appeared on <a href="https://contech.eng.br">Contech</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Vendas de materiais de construção em outubro crescem 4,1%, diz Abramat</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Valtuille]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Sep 2018 17:12:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O faturamento deflacionado da indústria brasileira de materiais de construção em outubro subiu 4,1 por cento ante igual mês do ano passado e 0,1 por cento sobre setembro, informou nesta terça-feira, 6, a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). No acumulado do ano até outubro, o setor faturou 1,6 por cento mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O faturamento deflacionado da indústria brasileira de materiais de construção em outubro subiu 4,1 por cento ante igual mês do ano passado e 0,1 por cento sobre setembro, informou nesta terça-feira, 6, a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat).</p>
<p>No acumulado do ano até outubro, o setor faturou 1,6 por cento mais sobre o mesmo intervalo um ano antes, apurou a Abramat. Em 12 meses, o crescimento é de 2,3 por cento, de acordo com o levantamento.</p>
<p>A associação ressaltou que o desempenho nos 10 primeiros meses do ano está alinhado à previsão de alta de 1,5 por cento das vendas de materiais de construção em 2018 sobre 2017.</p>
<p>Fonte: Exame.com</p>The post <a href="https://contech.eng.br/vendas-de-materiais-de-construcao-em-outubro-crescem-41-diz-abramat/">Vendas de materiais de construção em outubro crescem 4,1%, diz Abramat</a> first appeared on <a href="https://contech.eng.br">Contech</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Setor se surpreende com fim de isenção do Minha Casa Minha Vida e busca saída</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Valtuille]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Sep 2018 17:12:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O fim de um benefício tributário para empreendimentos do Minha Casa Minha Vida passou despercebido pelo setor de construção que tenta, agora, postergar a política. A legislação prevê que o RET (Regime Especial de Tributação), que limita a alíquota de tributos federais a 1% da receita dos empreendimentos residenciais de até R$ 100 mil, termina [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O fim de um benefício tributário para empreendimentos do Minha Casa Minha Vida passou despercebido pelo setor de construção que tenta, agora, postergar a política.</p>
<p>A legislação prevê que o RET (Regime Especial de Tributação), que limita a alíquota de tributos federais a 1% da receita dos empreendimentos residenciais de até R$ 100 mil, termina em 31 de dezembro.</p>
<p>A expiração só foi notada há algumas semanas -até então, todas as negociações consideravam que o regime seria prolongado, segundo José Carlos Martins, presidente da Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção).</p>
<p>&#8220;Quem contrata e paga os prédios da faixa 1 é um fundo da Caixa Econômica. Tanto faz se a alíquota de imposto é 1% ou 7%. No fim é zero a zero, ou seja, o que a empresa paga de um lado, ela recebe do banco do outro&#8221;, afirma ele.</p>
<p>&#8220;O mais problemático é que a última portaria para contratar 50 mil unidades na faixa 1 tinha obrigatoriamente o limite de 1%. E, em 1º de janeiro de 2019, ao emitir a nota fiscal, terá que ser pago 6% ou 7%. Vai haver judicialização.&#8221;</p>
<p>Um ofício enviado pela entidade à Receita Federal e a ministérios no último dia 30 solicita que a redução seja estendida por mais quatro anos.</p>
<p>A prioridade, porém, é que pelo menos os contratos assinados neste ano sigam o RET.</p>
<p>O Ministério das Cidades afirma, em nota, que o regime expirará em 31 de dezembro, que as faturas do Minha Casa Minha Vida não terão isenção fiscal a partir de janeiro e que a competência para prorrogação cabe à Fazenda.</p>
<p>Procurada, a pasta não quis se manifestar, assim como a Receita Federal. A Casa Civil não respondeu.</p>
<p>Fonte: ADEMI<br />
Autor: ADEMI<br />
Publicado em: 5 de novembro de 2018</p>The post <a href="https://contech.eng.br/setor-se-surpreende-com-fim-de-isencao-do-minha-casa-minha-vida-e-busca-saida/">Setor se surpreende com fim de isenção do Minha Casa Minha Vida e busca saída</a> first appeared on <a href="https://contech.eng.br">Contech</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Inteligência Artificial:  transformando o canteiro de obras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Valtuille]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Aug 2018 17:49:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os pioneiros no setor observam uma significativa redução de custos e de acidentes de trabalho, além de uma melhora na performance dos cronogramas (otimizados para sequenciar tarefas e atingir prazos finais). Mesmo diante de comprovados benefícios, a adoção em larga escala depende de capacidade de investimento &#8211; em pessoal especializado, na alteração dos processos e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os pioneiros no setor observam uma significativa redução de custos e de acidentes de trabalho, além de uma melhora na performance dos cronogramas (otimizados para sequenciar tarefas e atingir prazos finais).</p>
<p>Mesmo diante de comprovados benefícios, a adoção em larga escala depende de capacidade de investimento &#8211; em pessoal especializado, na alteração dos processos e na aquisição de equipamentos apropriados.</p>
<p>Apesar do ritmo ainda relativamente lento vis-a-vis os demais setores da economia, uma análise do ecossistema de tecnologias de construção indica algumas tendências emergentes que estão transformando a maneira como o setor planeja, projeta e executa seus projetos.</p>
<p>Inicialmente o desafio é criar soluções integradas para a execução no “campo”, na colaboração entre as equipes incluindo os escritórios.</p>
<p>Estudo da McKinsey (2018) oferece dois caminhos, não excludentes, para as empresas de construção interessadas em adotar as tecnologias de IA: (a) examinar as soluções de IA já disponíveis, e (b) investigar aplicativos de comprovado impacto positivo em outros setores, com potencial de serem replicados tais como algoritmos de otimização de rotas de transporte para otimização do planejamento de projetos; otimização da cadeia de suprimentos de varejo para gerenciamento de materiais e estoque; robótica para construção modular ou pré-fabricada e impressão 3D; e reconhecimento de imagens de assistência médica para gerenciamento de risco e segurança.</p>
<p>A IA auxilia no monitoramento do comportamento dos operários por meio de reconhecimento e classificação de imagens captadas localmente; os dados geram informações úteis para programas de treinamento.</p>
<p>Outra vantagem é a possibilidade de analisar dados coletados por sensores distribuídos ao longo da obra que permitem identificar padrões, agilizando a tomada de decisão relativa à custos, manutenção preventiva, tempo de inatividade não planejado, dentre outros fatores.</p>
<p>O estágio atual de desenvolvimento da IA, baseado no processo chamado “Aprendizado Profundo” (Deep Learning), constitui-se por si só numa barreira à ampla adoção dessas tecnologias.</p>
<p>Automaticamente, os algoritmos de IA varrem a base de dados e identificam, através de modelos estatísticos, tendências e cenários futuros e a probabilidade de cada um deles acontecer. Para treinar esses algoritmos é necessária uma massa crítica de dados, e capacidade de armazená-los, processá-los e interpretá-los; neste cenário, as maiores empresas do setor serão as primeiras beneficiárias, com mais chances de definir a direção a ser seguida pela indústria.</p>
<p>As novas tecnologias, segundo a McKinsey, são uma alternativa à estagnação da indústria da construção que, nas duas últimas décadas, teve um crescimento em produtividade média de apenas 1% ao ano.</p>
<p>Alertas as tendências de mercado, as startups brasileiras ConstruCODE, ConnectData e Controller desenvolveram métodos inovadores, de fácil aplicação, adequados à obras de médio e longo porte; as três participam do programa de inovação OKARA Hub, que durante seis meses oferece mentoria e acesso à rede de grandes empresas do setor.</p>
<p>A metodologia da ConnectData permite a análise, em tempo real, de materiais utilizados e indica as tendências de desvios no consumo, nos custos e nos atrasos de cronograma. A assertividade é o ponto forte da Controller, cujo aplicativo melhora a gestão da produtividade por meio da digitalização dos processos de controle de obras, facilitando a rotina dos empregados que, geralmente, gastam 88% do tempo preenchendo planilhas e apenas 12% do tempo dedicados a análise dos dados, como pondera seu CEO, Felipe Canuso.</p>
<p>Esses métodos incrementam a operacionalidade e os índices de assertividade no canteiro com base numa plataforma on-line; &#8220;etiquetas inteligentes” promovem o compartilhamento remoto de informações com a rede de participantes do ciclo da construção. Em paralelo, os engenheiros, coordenadores e encarregados de obras usam celulares e tablets para visualizar os projetos, gerir equipes em campo e sanar dúvidas, além de receber as atualizações dos projetistas. Uma das vantagens é viabilizar, simultaneamente, a gestão a distância de várias obras.</p>
<p>Os estudos indicam que, num futuro próximo, a difusão de tecnologias de IA no setor será modesta pela razão mencionada anteriormente: poucos construtores têm os recursos e a base de dados necessários para implementar as novas tecnologias. Contudo, dada as imensas vantagens, esse cenário tende a se alterar em prazo relativamente curto.</p>
<p>Fonte: Sebrae Inteligência Setorial<br />
Autor: Dora Kaufman<br />
Publicado em: 13 de novembro de 2018</p>The post <a href="https://contech.eng.br/inteligencia-artificial-transformando-o-canteiro-de-obras/">Inteligência Artificial:  transformando o canteiro de obras</a> first appeared on <a href="https://contech.eng.br">Contech</a>.]]></content:encoded>
					
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