Controle Tecnológico em Obras de Terra e Pavimentação

ASFALTOS DILUÍDOS TIPO CURA MÉDIA
Essa especificação é determinada pelo DNER-EM 363/97 – “Asfaltos diluídos tipo cura média”. Essa norma fixa as características exigidas para esse tipo de asfalto, estabelecendo a sistemática a ser empregada no recebimento e aceitação do material.

EQUIVALENTE DE AREIA
Esse ensaio é determinado pelo DNER-ME 054/97 – “Equivalente de Areia”.

Equivalente de areia relação volumétrica que corresponde à razão entre a altura do nível superior da areia e a altura do nível superior da suspensão argilosa de uma determinada quantidade de solo ou de agregado miúdo numa proveta.

Ensaio:

a) Abrir a pinça do tubo de ligação. Acionar o sifão, soprando-se no topo do garrafão que contém a solução, através de um pequeno tubo. Verificando o escoamento da solução fechar a pinça;

b) sifonar a solução de trabalho para a proveta, até atingir o traço de referência a 10 cm da base;

c) transferir para a proveta, com auxílio do funil, o conteúdo de um recipiente de medida cheio de amostra preparada e rasada na superfície. Bater o fundo da proveta firmemente com a palma da mão várias vezes, a fim de deslocar as bolhas de ar e ajudar a molhar a amostra. Deixar a seguir, a proveta em repouso durante 10 minutos;

d) após o período de 10 minutos, tapa-se a proveta com a rolha de borracha e agitá-la vigorosamente, num movimento alternado, horizontalmente. Executam-se 90 ciclos em aproximadamente 30 segundos, com um deslocamento de cerca de 20 cm;

e) retirar a rolha e introduzir o tubo lavador. Lavar as paredes rapidamente e imediatamente inserir o tubo até o fundo da proveta. Agitar levemente com o tubo lavador a camada de areia para levantar o material argiloso eventualmente existente. Quando o líquido atingir o círculo de referência superior da proveta (a 38 cm da base), suspende-se o tubo lavador lentamente sem parar o escoamento e de tal modo que aquele nível se mantenha aproximadamente constante. Deixar-se repousar 20 minutos sem perturbação;

f) após o período de 20 minutos, determinar o nível superior da suspensão argilosa, efetuando a leitura com precisão de 2 mm;

g) introduzir o pistão cuidadosamente na proveta até assentar completamente na areia. Determinar o nível do centro de um dos parafusos de ajustagem e adotá-lo como leitura correspondente ao nível superior da areia, e subtraindo-se desta, a mesma distância, medida quando a sapata está assente no fundo da proveta (constante do aparelho).

ADESIVIDADE
Esse ensaio é determinado pela NBR 6300 – ABNT – “Emulsões asfálticas catiônicas – “Determinação da resistência à água (adesividade) em agregados graúdos”.

O procedimento do ensaio varia em função do tipo de emulsão asfáltica catiônica empregada, que pode ser de ruptura rápida ou de ruptura média e lenta. Procedimento de ensaio: A amostra é colocada juntamente com a emulsão asfáltica em um béquer. Após isso a mistura e colocada sobre uma placa e deixados para a secagem para que ocorra a ruptura. Depois disso, são colocados para uma estufa, retirados e transferidos para uma badeja para atingir temperatura ambiente.

VISCOSIDADE SAYBOLT FUROL
Esse ensaio é determinado pela NBR14950/2003 – ABNT – “Materiais betuminosos – Determinação da viscosidade Saybolt Furol”.

A viscosidade pode ser determinada por dois procedimentos, que variam somente a temperatura:

a) A rolha de cortiça é inserida no orifício Furol;

b) a amostra é colocada no tubo através do funil;

c) a amostra é homogeneizada continuamente no viscosímetro utilizando um termômetro. Quando a temperatura se estabilizar, é retirado o excesso de amostra;

d) Retirar a rolha do viscosímetro e simultaneamente acionar o cronômetro;

e) O cronômetro para quando a amostra alcança a marca de graduação do frasco receptor, registrando o tempo de escoamento.

PAVIMENTAÇÃO – IMPRIMAÇÃO COM LIGANTE ASFÁLTICO
Essa especificação é determinada pelo DNIT 144/2014-ES – “Pavimentação – Imprimação com ligante asfáltico- Especificação de serviço”.

Essa norma estabelece a sistemática a ser empregada na aplicação uniforme de material asfáltico sobre a camada de base concluída.

ANÁLISE PETROGRÁFICA
Esse ensaio é determinado pelo DNER-IE 006/94 – “Materiais rochosos usados em rodovias – Análise petrográfica”.

Essa norma apresenta uma metodologia de análise petrográfica, tanto microscópica como macroscópica, de materiais rochosos empregados em rodovias e prescreve requisitos concernentes à apresentação dos resultados.