Injeções de Poliuretano em Concreto (MC-Bauchemie, Sikaa, Viapol)

INJEÇÃO DE CALDA DE CIMENTO

É determinado pelo conjunto de 4 nomas da NBR7681- ABNT – “Calda de cimento para injeção” Parte 1 até a Parte 4, que determina os requisitos e os ensaios para controle da calda.

Calda de injeção é o material obtido pela mistura conveniente de cimento, água e, eventualmente, aditivos e/ou adições minerais, destinado ao preenchimento de bainhas ou dutos de armaduras de protensão. Em geral, a injeção é efetuada através de furos abertos, em sua maioria com equipamento roto-percussivo.

Esta perfuração é executada com a circulação de água ou ar comprimido para se evitar a penetração de detritos nos vazios e limpeza do furo. Estes detritos gerados na perfuração poderão causar a colmatação das fraturas, fissuras ou vazios, impedindo a entrada de calda de cimento, por isso devem ser retirados. Para a execução das injeções é usual fazer uma linha de furos exploratórios. Nestes furos o processo de perfuração é rotativo com extração de testemunho e ensaios de perda d’água para que se conheça o grau de faturamento da rocha; a percolação de água; e estrutura de maciço. Esta análise será repetida após a execução das injeções para analise da eficácia do processo.

INJEÇÃO QUÍMICA

Antes da injeção, devem ser determinadas as características da trinca. Os critérios mais importantes são: tipo, abertura, origem, grau de movimentação, condição e acesso. A trinca deve estar limpa, livre de partículas soltas, poeira, óleos e outros agentes contaminantes. Caso necessário deve-se executar um jateamento de ar comprimido seco e se possível livre de óleos. Antes da injeção, os bicos de injeção devem ser instalados.São utilizadas diferentes bombas de injeção dependendo do produto de poliuretano a ser injetado.